“Dilma tem de mudar de política”. Em Porto Alegre, 6 mil exigem mudanças

Cerca de 6 mil manifestantes saíram às ruas nesta quinta-feira, dia 12, em Porto Alegre, antecipando em 24 horas os atos nacionais chamados pelas centrais sindicais e movimentos sociais em defesa da Petrobras, dos direitos dos trabalhadores e pela Constituinte da reforma política.

A frase entre aspas, no título, é do presidente do PT, Ari Vanazi, que completou: “Tem de aplicar a política que interessa ao povo e não aos banqueiros e patrões”. O ato teve ainda a presença de João Pedro Stédile, principal dirigente nacional do Movimento dos Sem-Terra, CUT, CPERS (sindicato dos professores da rede estadual) e de uma série de entidades.

O destaque negativo ficou por conta da Conlutas/Intersindical, que dividiram a manifestação e promoveram um ato privativo.

A CPERS levou um faixa com os dizeres: “Constituinte para fazer a reforma do sistema político”.

O Diálogo e Ação Petista participou com faixa própria (“Abaixo as MPs 664 e 665. Com esse Congresso não dá, Constituinte já!” e distribuiu um panfleto, bem recebido pelos manifestantes, analisando a situação política e exigindo mudanças na orientação do governo e do PT.

Nesta sexta-feira, 13 de março, manifestações acontecem em todo o país, em defesa da Petrobras, dos direitos dos trabalhadores e pela Constituinte da reforma política.

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