Fortaleza discute balanço do 6º Congresso

No último dia 8 de junho, 30 companheiros e companheiras compareceram a uma plenária convocada pelo Diálogo e Ação Petista.

A plenária tinha a função de realizar um primeiro balanço do 6° Congresso do PT, teve como base o comunicado do DAP de 5 de junho e como expositor o companheiro Julio Turra, presente em Fortaleza em função do Congresso Estadual Extraordinário da CUT.

IMG-20170608-WA0004A exposição de Julio desenvolveu o conteúdo do comunicado, destacando o reflexo da polarização social nas resoluções do Congresso. As resoluções, com efeito, na continuidade do curso iniciado nos Congressos estaduais, orientam o PT para as lutas, sob a bandeira das diretas com Lula presidente para convocar uma constituinte, definindo a recusa de um eventual colégio eleitoral, se posicionando na defesa de nossos presos e renovando a luta contra as reformas com o apoio à greve geral.

As intervenções ressaltaram a atualidade da luta pela constituinte em face inclusive da farsa judicial em curso no TSE, a tarefa de reestruturar o DAP no estado, retomando a organização na base e a responsabilidade de intervir no processo de formação de núcleos que ocorre neste momento em Fortaleza. Para a maioria dos oradores, as resoluções do Congresso armam a militância para estas tarefas.

Na ocasião foi prestada uma homenagem à companheira Benedita de Paula, a Bené, sindicalista dos servidores federais, petista e aderente do DAP, falecida naquele mesmo dia.

6º Congresso do PT aponta o caminho da luta

Não às indiretas no colégio eleitoral, Lula presidente com Constituinte

Os 595 delegados, reunidos em Brasília entre os dias 1 e 3 de junho, por unanimidade, adotaram uma resolução política que responde aos anseios da militância petista e às exigências da situação de crise institucional aguda que atravessa a nação, bem como às da luta da classe trabalhadora para impor uma derrota aos ataques dos golpistas à Previdência e aos direitos trabalhistas.

O Congresso unânime adotou a posição por Fora Temer e não participação do PT e seus parlamentares em qualquer solução parlamentar sem povo. Afirmou as Diretas Já, com Lula presidente e uma Constituinte soberana para anular as medidas antipopulares dos golpistas e para abrir caminho às reformas populares. Apoiou a nova greve geral em discussão entre as centrais sindicais por “nenhum direito a menos” e também a defesa dos petistas presos ou perseguidos pelo judiciário. Estas foram as marcas desse congresso, que já entrou para a história do PT.

Para se chegar a esse resultado, contribuíram de forma efetiva as posições defendidas pela tese Unidade pela Reconstrução do PT, impulsionada pelo Diálogo e Ação Petista (DAP), desde o início do processo congressual e a intervenção firme de nossa bancada em Brasília.

Sobre a base dos pontos acima, desde a apresentação de nossa tese no Congresso, conclamamos à construção de uma chapa única, que seria a melhor sinalização que poderia vir do 6º Congresso para a militância do PT e para o movimento dos trabalhadores.

Mas apesar das posições unânimes, em flagrante contradição, houve 6 chapas: algumas teses se negavam a sequer debater a possibilidade de chapa única (respeitada a proporcionalidade), com argumentos muito discutíveis.

Algumas delas pretextavam divergência insuperável no tema da estratégia socialista do PT. Mas, após fusão de emendas, também nesta questão houve acordo. Por fim, na questão do PED, se chegou ao consenso de preparar, no Diretório Nacional eleito, um plebiscito a respeito na base. Sobraria então o que? A desconfiança sobre a aplicação do que foi votado de forma unanime, o cálculo de cargos a se obter? Não cabe a nós responder.

Os delegados que combatiam pela Unidade na Reconstrução do PT orientaram-se exclusivamente pela base política concreta que existia, então, para uma chapa da mais ampla unidade nesse congresso. E isso numa situação de cerco e ataques permanentes e continuados de nossos inimigos ao partido, e de expectativa de nossa base social por uma mudança de rumo do PT – que efetivamente se inicia, “um balanço na prática”, como disse a companheira Gleisi Hoffman, presidente eleita que apoiamos – reaproximando o PT da luta de classe.

A única questão que, sem consenso, foi a voto na plenária final, foi a da resposta à violência contra a mulher. Venceu (243 X 230) a proposta da criação de uma Comissão especifica para acolher denuncias dentro da Secretaria de Mulheres, que apresentamos junto com o CNB, ao invés da criação de um novo órgão exclusivamente feminino oposto à estrutura do partido, composta de homens e mulheres. Aqui também a unidade venceu a divisão.

Por tudo isso, decidimos, por unanimidade na delegação, em busca do estabelecimento de uma nova maioria e da conformação de um novo núcleo dirigente, compor a chapa “Em defesa do PT, de Lula e do Brasil” com os companheiros e companheiras da corrente CNB, que foi a mais votada para o Diretório Nacional. Consideramos esta a melhor forma de ajudar a unir o partido e, nesta conjuntura, ajudar a avançar da luta da classe trabalhadora em defesa dos direitos e pelo socialismo.

O congresso foi positivo, mas ainda há muito a ser feito para a reconstrução de nosso partido como principal instrumento político da classe trabalhadora brasileira. A começar pela aplicação das resoluções adotadas, quando cada passo adiante que o PT dá, cada nova evidência do caráter corrupto do governo Temer e de sua base parlamentar, significa também uma ameaça contra o companheiro Lula e o nosso partido, para tentar fechar a via para a saída democrática e acorde com os interesses da classe trabalhadora e da nação oprimida, apontada por nosso congresso: Fora Temer, Diretas Já, Lula presidente com Constituinte!

Encerrado o debate congressual, é para essa luta que conclamamos todos e todas militantes do Partido dos Trabalhadores!

Misa Boito,
Luís Eduardo Greenhalgh e
Markus Sokol,
indicados para o Diretório Nacional*


*Com 19 delegados (3,3% dos votos validos), temos direito a três vagas no DN – triplicando a presença atual – e a uma vaga na CEN. No caso, dentro da chapa com a CNB, que fez 50% dos votos (45 vagas no DN e 13 vagas na CEN), enquanto a frente Muda PT fez 26% (7 vagas na CEN), o PPT fez 11% (3 vagas na CEN), Optei 7% (2 vagas), AE 6 % (1 vaga) e Anulação do impeachment (0 votos, 0 vagas). Gleisi Hoffman foi eleita com 62% dos votos, contra 38% para Lindbergh e 0% José de Oliveira.

Petistas organizam a luta em São Paulo

Cerca de 30 companheir@s de 15 diretórios entre zonais e municipais da capital e grande São Paulo, membros do Diálogo e Ação Petista, se reuniram na sede do Diretório Nacional do PT no último sábado, 10 de junho. Eles discutiram a evolução da conjuntura, o balanço do 6º Congresso do PT e as tarefas urgentes para barrar as contra-reformas (trabalhista e previdenciária) e derrotar definitivamente o golpismo com Fora Temer, Diretas Já, Lula Presidente com Constituinte.

Em primeiro lugar, a consideração geral foi do acerto da adoção destas bandeiras pelo Congresso do partido, que permitiu a formação da chapa do DAP com o CNB, conforme o a nota dos companheiros LEG, Misa e Sokol em nome do DAP, que serviu de base para a discussão na plenária.

Se discutiu também o fiasco nacional protagonizado pelo TSE na ocasião em
que resolveu preservar o usurpador Temer na Presidência. O voto 4 x 3 no
TSE, mostra que, não obstante, as classes dominantes estarem divididas,por ora predomina a manutenção de Temer no cargo para seguir a execução das contra-reformas.

De todo modo, a coalizão golpista não oferecerá nenhuma saída positiva para
aguda crise institucional em curso sendo que a única saída possível ao
golpismo, ao desemprego e a regressão das conquistas sociais e econômicas
das classes trabalhadoras é a que poderá resultar da ação concreta das massas
que, aliás, está em curso.

Por isso, os companheiros e as companheiras do DAP/SP orientam reuniões e a criação de núcleos do Diálogo e Ação Petista, a fim de que se somem às mobilizações do Fora Temer e da Greve Geral Contra as Reformas, em particular, mobilizando os DMs com base nas decisões do Congresso do PT. O calendário geral prevê paralisações, atos, manifestações e panfletagens no dia 20/06 e, no caso da capital paulista, ato na Praça da Sé as 17 horas. E a Greve Geral dia 30/06

Nesse processo, a orientação é para que esses núcleos do DAP impulsionem a criação dos Comitês de mobilização em torno das questões concretas, tais como, os Comitês de mobilização pelas Diretas Já, junto com a CUT e as centrais, os partidos e as e as frentes.

No particular da nova situação aberta no PT pós-Congresso, enquanto aguardamos a reunião do Comitê Nacional do DAP, todos companheiros e companheiras podem contatar os membros do DAP que entraram no Diretório Regional para discutir as orientações do DAP em geral.

Assinam
Misa Boito e André Rota Sena, membros do Diretório Estadual do PT/SP
e João Gomes Secretário de Mobilização da CUT/SP

6º Congresso: luta da classe oxigena o partido

 

Comitê Nacional do Diálogo e Ação Petista (DAP) faz avaliação da fase estadual

 

Realizados os congressos estaduais do PT, é forçosa uma conclusão: há um deslocamento positivo no partido, o que se liga à iniciativa dos trabalhadores como a vitoriosa greve geral de 28 de abril.

O Diálogo e Ação Petista jogou um papel importante neste processo, o que é comprovado tanto pelo número de delegados eleitos para o congresso nacional quanto pelas emendas aprovadas e acordos realizados nos congressos estaduais.

O Comitê Nacional do DAP, reunido dia 12 de maio na sede nacional do PT, avaliou que o momento é de avan­çar na luta contra o governo golpista e suas medidas. O próximo passo é o “Ocupa Brasília” em 24 de maio, para barrar as contrarreformas de Temer.

Os grupos de base do DAP e os militantes pela reconstrução do PT devem discutir e incentivar em cada estado a participação nas caravanas a Brasília, com faixas que expressem “fora Temer”, “nenhum direito a me­nos”, “antecipação das eleições”, “Lula presidente” e “Constituinte”, caminho indicado pelo acirramento da crise política.

Congressos Estaduais

Com base nos 5 pontos pela reconstrução do PT, o número de delegados eleitos ao Congresso Nacional (ainda faltam os Congressos de Bahia e Pernambuco) representa um avanço significativo. Também deve ser ressaltado que as 8 emendas apresentadas pelo DAP (com destaque para as que propõem o fim do PED, a defesa dos companheiros presos e a antecipação das eleições com Constituinte) serão levadas ao Congresso Nacional.

Conferência Mundial Aberta

Como apoiador da Conferência a ser realizada em Argel, o Comitê nacional do DAP foi informado da reunião em Brasília, entre os primeiros aderentes do Brasil, no dia 23, véspera da marcha. O objetivo da reunião é preparar, coletivamente, a delegação brasileira a Argel.

Curitiba, 10 de maio: cidade é coberta por manifestação pró Lula

Manifestação em Curitiba

 

E, em seu depoimento, Lula enfrenta Moro

Manifestantes, vin­dos de todas as regiões do Brasil, participaram do ato de 10 de maio em solidariedade ao ex-presidente Lula, que naquele dia prestava depoimento ao juiz Sérgio Moro. O ato foi convocado por entidades sindicais e estudantis, por partidos e movimentos populares.

Depois de uma passeata, logo cedo, até o centro da cidade, os manifestantes permaneceram na praça, sob o frio e a chuva, até as 20h30, à espera de Lula. O fato é uma demonstração do enraizamento de Lula e do PT nas massas trabalhadoras, mesmo após anos de bombardeio e perseguição por parte do judiciário e da mídia. Mostra também a desconfiança que cresce entre a população em relação à Operação Lava Jato, sua parcialidade e motivações políticas. O ato dos “coxinhas” de apoio à Lava Jato, no mesmo dia, não reuniu nem 50 pessoas. Talvez, prevendo tal fracasso, é que juiz Sergio Moro, dando mais uma demonstração do caráter político da Lava Jato, tenha gravado um vídeo dia antes, desaconselhando “seus apoiadores” a virem à Curitiba!

As autoridades municipais e estaduais fizeram todos os esforços para impedir o ato. Foi montado um forte aparato policial para intimidar os manifestantes, inclusive com a presença constante e irritante de helicópteros.

Porém, não se registrou um só ato de violência ou vandalismo. Por outro lado, não houve hostilidade aos manifestantes na cidade que é a sede da Lava Jato.

Militantes do Diálogo e Ação Petista de vários estados, estiveram presentes, com uma faixa em defesa de Lula e do PT e exigindo a liberdade para os dirigentes petistas Vaccari e Palocci, além de José Dirceu, recentemente libertado, mas que pode voltar à prisão.

FaixaDAP

 

Lula: “Quero ser julgado pelo povo”

Após quase cinco horas de depoimento, Lula chegou ao ato. Os manifestantes ocupavam compactamente toda a praça. Milhares de bandeiras eram agitadas. Lula se disse emocionado com a solidariedade e afirmou: “Se não fossem vocês eu não suportaria o que estão eles fazendo comigo. Eu disse no meu depoimento que minha relação com vocês não é de candidato com eleitor, mas de companheiro de um projeto político de pais. Eu não seria digno de vocês, do meu partido, do movimento sindical e popular aqui representado se eu tivesse culpa e estivesse aqui falando com vocês. ”

Lula reafirmou sua candidatura a pre­sidente e disse: “ não quero ser julgado apenas pela Justiça, quero ser julgado pelo povo brasileiro”. A manifestação evi­denciou o forte vínculo dos trabalhadores com suas organizações (o PT, a CUT, os sindicatos), um movimento de autodefesa que é a única garantia de derrotar os gol­pistas e avançar rumo às transformações econômicas, sociais e políticas exigidas pela Nação.

Lula encerrou sua fala com um chamado de “vamos à luta!”.

Lula acusa o juizeco

O depoimento de Lula à Lava Jato, tido como o grande momento da operação, não saiu de acordo com o roteiro dos golpistas, principalmente devido à man­festação de mais de 30 mil pessoas em solidariedade a Lula.

Porém, houve mais. O próprio depoi­mento foi desfavorável a Moro. Além de não haver nenhuma prova apresentada, em vários momentos Lula confrontou o juiz da Lava Jato, acusando-o de vazar ilegalmente conversas sigilosas e parti­culares.

A atitude de Lula levou Moro à de­fensiva (“eu não tenho nada a ver com isso”, “a culpa não é minha”, afirmações prontamente contraditadas por Lula). Moro despiu o manto da imparcialidade, o que a mídia, atordoada num primeiro momento, não escondeu. As avaliações dos meios de comunicação, como a que houvera um “empate” entre Lula e Moro, deixam claro que ali não se tratava de um encontro entre um juiz e um cidadão que não é réu, mas entre a maior liderança da classe trabalhadora e um serviçal dos golpistas e do imperialismo.

O jurista Lenio Streck afirmou que “Moro extrapolou seu poder de juiz”. Após o depoimento, outro jurista, Afrânio Silva Jardim, pediu a retirada de um ar­tigo escrito por Moro, num livro em sua homenagem. Até jornalistas claramente alinhados com os golpistas criticaram o juiz e seus métodos.

Mas o atordoamento não durou muito. Já no dia seguinte, a mídia unida intensifi­cou os ataques a Lula. Desde manchetes “Lula culpa Marisa” (sua falecida esposa), à farta divulgação dos depoimentos dos publicitários João Santana e Mônica Mou­ra, liberados pelo STF no dia seguinte ao depoimento de Lula até declarações de empresários de que a volta de Lula ao governo é inadmissível.

Isso mostra que não há mais retorno possível. Os golpistas não podem inter­romper sua ofensiva. Vão fazer de tudo para ir até o fim. A principal arma de que a classe trabalhadora dispõe é a com­preensão de que para ela também não há mais volta. Ou enfrentar a ofensiva golpista ou aceitar a retirada de todos os seus direitos, todas as suas conquistas.

Roberto Salomão

Comunicado do Diálogo e Ação Petista (DAP): Conversa com Gleise Hoffman

A partir da esquerda, Vivian Farias, da Comissão Executava Nacional do PT, Luis Eduardo Greenhalg, fundador do PT, senadora Gleisi Hoffman, Misa Boito, do Diretório Estadual do PT/SP, Markus Sokol, do Diretório Nacional do PT,  Vilmar Lacerda, chefe de gabinete da liderança no Senado e Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde (com a filha)

 

Nesta sexta-feira, dia 28, data da histórica greve geral contra as “reformas” do regime golpista que nos próximos dias avaliaremos, por um momento esteve reunida reunida, em São Paulo, uma delegação do Diálogo e Ação Petista com a senadora Gleisi Hoffman e uma delegação da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB).

O objeto da proveitosa troca de opiniões, foi a candidatura à presidente do PT da companheira Gleisi, há poucas semanas apresentada pela CNB.

Os companheiros e companheiras do DAP explicaram os “cinco pontos” de  sua contribuição ao próximo Congresso do PT, atualizada pelo potente movimento da greve contra Temer, a preocupação com a perseguição a Lula e a situação dos companheiros presos em Curitiba, e a visão de construção de direção partidária coletiva com os melhores quadros.

Gleisi, os companheiros e companheiras do CNB comentaram estes pontos, explicaram sua visão do 6oCongresso e do tipo de direção renovada que querem construir. Também informaram uma agenda de debates nos próximos dias, em três capitais, com Gleisi e o candidato Linbdberg visando à construção da unidade.

O Comitê Nacional do DAP examinará o conjunto das informações  e, na linha da Unidade pela Reconstrução do PT,  formulará uma posição pública nos próximos dias.

Lula em Rio Grande/RS: “o povo não pode esperar 2018”

No dia seguinte ao poderoso movimento de greve geral, aconteceu um ato político na cidade de Rio Grande (RS) com a presença de Lula – “Em defesa do Polo Naval e do Conteúdo Local”.

Em frente à prefeitura da cidade, recepcionados pelo seu prefeito, Alexandre Lindemayer (PT), reuniram-se mais de 10 mil pessoas. Eram os militantes e trabalhadores que vieram em caravanas de dezenas das cidades do Estado, jovens estudantes da Universidade Federal dos Pampas (UNIPAMPA) criada no governo de Lula, que assistiram com entusiasmo e atenção o evento.

Todos os oradores enalteceram a extraordinária greve da véspera. Alguns, como Dilma e Olívio Dutra, concluíam remetendo a construção de uma saída nas eleições de 2018.

O presidente nacional da CUT, Wagner Freitas, foi além, sintetizando ao final de sua fala: “Fora Temer, Nenhum direito a menos, Eleições Diretas Já, Constituinte! ”.

Lula, ao encerrar o Ato, afirmou que “podia esperar as eleições de 2018, mas o povo com fome e os trabalhadores desempregados não podem esperar até 2018”. Lula se lançou candidato para recuperar a Petrobrás, o regime de partilha e o Parque Naval Nacional. E mais, afirmou que quer voltar a ser presidente para impedir a destruição do país pelas multinacionais e para regular a mídia.

O Diálogo e Ação Petista (DAP) ajudou na organização das caravanas no Estado, e esteve presente com uma faixa (veja foto).